Jurados PPM 2017

Ronaldo Bastos, do Clube da Esquina

Ronaldo fez parte do Clube da Esquina, um movimento musical brasileiro surgido na década de 1960 onde jovens músicos começaram a se reunir e seu som se fundia com as inovações trazidas pela Bossa Nova a elementos do jazz, do rock, música folclórica dos negros mineiros com alguns recursos de música erudita e música hispânica. Junto dele estavam Milton Nascimento, Beto Guedes, Wagner Tiso, Lô Borges e Márcio Borges.

É autor de vários sucessos da música popular brasileira, e foi parceiro de Ed Motta, Tom Jobim, Edu Lobo, Dori Caymmi, Flávio Venturini, Cleberson Horsth, Lulu Santos, entre outros. Em 1989, lançou o disco Cais, pelo selo Dubas, com vários artistas como Caetano Veloso, Simone Gal Costa, Tom Jobim, Chico Buarque e Paralamas do Sucesso cantando suas composições. Posteriormente o selo lançou trabalhos de Pedro Luís e A Parede (Astronauta Tupy), Jussara Silveira (Jussara canta Caymmi), Arranco de Varsóvia, Família Roitman, Celso Fonseca, Saldanha Rolim e Grupo Boato.

O seu parceiro musical mais assíduo é o cantor Beto Guedes, com quem compôs grandes clássicos da música popular brasileira, como Amor de índio, Lumiar, O sal da Terra, dentre outros.

Compôs em parceria com Lulu Santos vários dos maiores sucessos deste, como Um Certo alguém.


Roberto Menescal, grande nome da Bossa Nova

Roberto Menescal estreou na música profissionalmente acompanhando artistas como Silvinha Telles, Maysa, Elis Regina e outros. Nos anos 1950, estourou com uma brilhante carreira de compositor criando ao lado de nomes como Carlos Lyra, Tom Jobim e Ronaldo Bôscoli, a Bossa Nova.

Nesses mais de 50 anos de carreira, Menescal vem apresentando trabalhos de altíssima qualidade. Além de gravar com importantes nomes como Paul Winter, Toots Thielemans e Herbie Mann, e orquestrar discos de inúmeros artistas, como Maysa, Silvinha Telles, Lúcio Alves, Caetano Veloso, João Bosco e Alcione, desenvolveu trabalhos como produtor de discos com Elis Regina, com quem trabalhou também como músico e arranjador, Leila Pinheiro, Emílio Santiago, Nara Leão, Joana, Ivan Lins e Oswaldo Montenegro e outros artistas.

 


Bruno Boulay, da TOTEM Records

Bruno é sócio-fundador da TOTEM Records, um dos primeiros selos independentes de música do mundo na França. Durante os anos de 1990, trabalhou na gerência internacional de artistas como Johnny Clegg, Geoffrey Oryema, Richard Bona, Lokua Kanza.

Em meados dos anos 1990, lança novos artistas brasileiros no TOTEM Records – como Lenine, Chico César, Fernanda Abreu, Daúde, Karnak – trabalhando também para eventos ao vivo na França, Europa e Brasil.

De 2001 a 2009, foi Chefe do Escritório de Exportação de Música Francesa no Brasil (bureauexport São Paulo) responsável como Produtor Cultural na Embaixada de França para projetos musicais. De 2010 a 2015, atuou como “Especialista em Indústrias Culturais” na Embaixada da França no Brasil, chefe do escritório burocrático de São Paulo, em cooperação com o SESC São Paulo. Desde 2016, atua como consultor em Indústrias Culturais.


Marcos Pinheiro,

Carioca, radicado em Brasília desde 1983, Marcos Pinheiro, 50 anos, é jornalista formado pela Universidade de Brasília. Trabalhou em veículos como “Correio Braziliense” e “Jornal de Brasília” e há mais de 25 anos atua na Rádio Cultura FM (100,9MHz), onde no momento é gerente de programação. Na emissora ainda produz três programas semanais – “Vitrine 100,9” (dedicado aos lançamentos de discos), “Mundo Rock” (especiais com bandas/artistas) e o “Cult 22” (famoso espaço semanal que toca o rock de todos os tempos, no ar desde 1991). Também é editor e redator do blog/site www.cult22.com. Paralelamente, ainda produz e apresenta o programa “Anjos da Noite” (blues, r&b e jazz) pela Rádio Câmara FM (96,9MHz) e é coordenador de imprensa do Festival Porão do Rock – desde sua primeira edição em 1998. De vez em quando, faz assessoria e/ou apresenta eventos e atua como DJ em festas diversas.

 


Leonardo Rivera, da Café Forte Música Digital

Nascido e criado entre as cidades de Niterói e Rio de Janeiro, Leonardo Rivera começou a buscar arte quando se inscrevia e participava dos festivais de poesia dos colégios Pio XI e Acadêmico, nos anos 80. Nesta época ingressou no Teatro da UFF como aluno do ‘Curso Básico de Formação de Atores’ e o ‘Curso de Formação de Atores para Comerciais de TV’, além da ‘Oficina de Atores da Globo’, no Espaço Sol, no Jardim Botânico. Em paralelo, escrevia como colunista de cultura em jornais de bairro da sua região — Icaraí, Niterói (RJ) – e demonstrava interesse pelo jornalismo criando boletins informativos mimeografados. Até os 19 anos foi RP e ‘Promoter’ de casas noturnas, entre elas Le Village, República da Banana (Niterói – RJ) e Resumo da Ópera (Lagoa – RJ).

Ainda entre 18 e 25 anos teve suas melhores experiências no jornalismo. Editou a página de cultura dos jornais A Tribuna (diário) e Jornal de Icaraí (semanário), por duas vezes em épocas diferentes – 1991 e entre 2004 e 2009. Escreveu em veículos especializados de música, como International Magazine (onde criou com Marcos Petrillo a coluna de novidades ‘Tangerina’), Backstage (em matérias especiais e criando a coluna de independentes, ‘Antes da Mídia’), Showbizz – e iniciou seu contato com os artistas que entrevistava (Rita Lee, Arnaldo Baptista, Planet Hemp e Raimundos foram alguns deles), e também com gravadoras e selos, em busca de tornar-se produtor e “olheiro” de novos talentos.

Até que foi chamado por Marcos Maynard e Max Pierre para esta função, em novembro de 1996, e começou no Marketing da PolyGram em 1997. Na ocasião trabalhou com a banda Berro, indicou lançamento de Luciana Pestano, Jupiter Maçã, Squaws, Farofa Carioca (com Seu Jorge e Gabriel Moura) e fez assistência de produção para discos de Cássia Eller, Rita Lee, Biquini Cavadão, Cris Braun e outros.

Ao sair da PolyGram, em 1998, morou alguns meses em NYC e trocou ideias com o saxofonista Zé Luis Oliveira, o produtor Arto Lindsay e o diretor de produção Leonardo Netto, que o aconselharam a montar um selo independente na volta ao Brasil. Em 1999, com distribuição e marketing da Universal Music, lançou o selo Astronauta Discos – e o quadro de televisão ‘Repórter Astronauta’, na TV Educativa/TV Brasil (Canal 2, RJ). Após três anos de parceria com a Universal fechou novo acordo com a Tratore, que alguns anos mais tarde se tornaria a maior distribuidora independente do país, e onde o selo distribui até hoje. O projeto de TV evoluiu para um quadro chamado ‘Microfonia’ e entrevistou diversos artistas, ficando por mais de seis meses no ar. Logo após, em 2004, mudou de nome para ‘Mundo Astronauta’ e passou a ser veiculado no Youtube. Entre os entrevistados estiveram Simone Soul, Seu Jorge, Chico Corrêa e DJ Dolores. Fez curadoria e apresentação ao vivo, ao lado de Chacal, do palco alternativo do festival mineiro Green Rock, em 2002.

Durante a década de 00 fez festas do selo Astronauta Discos, com shows e DJ’s, em lugares como Bunker 94, Cinemathéque, Ballroom, Convés, Multifoco, Vintage (empreendimento no qual foi parceiro e produtor) e atacou na festa ‘Solta a Marcele!’ com os Djs Primitivo Gonzalez e Zé Octávio, que reunia frequência seleta da noite carioca na época – na Casa da Matriz. Voltou a colaborar para a mídia especializada, com textos para a Billboard Brasil. Passou a fazer assistência de produção e acompanhou Guinga, Kid Vinil, Paula Toller e diversos outros artistas em viagens. Lançou seu primeiro livro jornalístico, ‘A Inteligência é Fundamental’, com um pouco da história de Seu Jorge, e criou o ‘Workshop de Criação e Desenvolvimento de Selos Independentes’, realizando sua primeira edição em 2011 no Afroreggae, em Vigário Geral, com apoio da Red Bull.

Com 20 anos de estrada na função de “olheiro” (A&R/Label)comemorados em 2016, montou um novo selo, Café Forte Musica Digital, com a função de ampliar os gêneros musicais dos lançamentos. O novo projeto tem distribuição da Sony Music.


Afonso Oliveira,

Produtor Cultural, Consultor de Políticas Culturais, Diretor Artístico, Curador, Professor de Produção Cultural, com 25 anos de experiência, especialista em SICONV, Emendas Parlamentares, Convênios e Sistema Nacional de Cultura. Criador do Método Canavial de Ensino de Produção Cultural que se tronou livro em 2009. Prêmio Economia Criativa do MinC em 2012, Prêmio Patativa do Assaré do MinC em 2011, Prêmio Tuxauá do MinC em 2010. Ex-Secretário de Patrimônio e Cultura de Olinda.

Trabalha em consultorias para empresas, instituições governamentais e não governamentais. Formou mais de 180 produtores culturais. Criou e coordenou mais de 120 projetos relacionados a dança, cultura popular, literatura, cinema, televisão, música, gastronomia e patrimônio. Produziu para artistas da música pernambucana turnês nos Estados Unidos, Bélgica, Alemanha, Portugal, Espanha, Itália, França, Suíça e Coréia.

 


Manno Góes, do Movimento Musical Alavontê

Manno Góes é cantor, músico e compositor nascido e residente em Salvador, Bahia. Sócio-fundador da banda Jammil e Uma Noites, foi por muitos anos o baixista e principal compositor do grupo. Emplacou sucessos como “Mila”, “Acabou”, “Praieiro”, “Ê Saudade”, “Minha Estrela”, “De Bandeja” e “Dani”, essa última em parceria com o Biquíni Cavadão, entre outras composições que lhe renderam, por muitos anos, as primeiras posições do ranking elaborado pelo Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (ECAD).

Reconhecido nacionalmente como um dos maiores compositores baianos e uma das referências da Axé Music, já foi gravado por artistas como Netinho, Daniela Mercury, Ivete Sangalo, Biquini Cavadão, Orlando Morais, Asa de Águia, Cláudia Leitte, Cheiro de Amor, entre outros, que tornaram suas músicas conhecidas em todo o país através de suas vozes.

Manno Góes é, também, um dos criadores do Movimento Musical Alavontê, grupo formado por artistas baianos; Diretor Vogal da União Brasileira de Compositores (UBC) e colunista semanal de Esporte do jornal baiano A Tarde.


Marinilda Boulay, do MIDEM

Marinilda é produtora cultural, pesquisadora, criadora da edição pioneira em português, francês e inglês do “Guia do Mercado Brasileiro da Música”, e do site www.guiadamusica.org.

Também dirige o Projeto “Música: Cultura em Movimento”, que compreende fóruns e workshops sobre as influências das interfaces digitais na cultura e na música. É responsável pela produção e comunicação de eventos e turnês nacionais, e é representante do MIDEM no Brasil, principal plataforma internacional para a música.

 

 

 


Mariana Frota, do Pier 21

Há doze anos no mercado, Mariana Frota é uma incendiária artística, atuando no setor de produção cultural e marketing, sempre buscando alinhar inovações culturais com o setor corporativo e o empreendedorismo social.

 

 

 

 

 


Mauricio Bussab, da Tratore

Mauricio Bussab é sócio-fundador da Tratore, a maior distribuidora de música independente do Brasil. A empresa, criada em 2002, se especializa em levar a música de mais de 5000 artistas de todo o Brasil para lojas e sites de venda de música de todo o mundo, em CD e como música digital. Mauricio é físico e músico e fez parte da primeira leva de independentes paulistanos, no início dos anos 80. É também fundador do selo Outros Discos e produtor de dezenas de discos, vencedor do Prêmio da Música Brasileira.

 

 

 


David Macloughin, da Audioporto

David McLoughlin passou os últimos vinte anos trabalhando na indústria musical brasileira, concentrando-se principalmente em levar a música do país para um público internacional mais amplo.

Em 2010, foi contratado como gerente internacional do Brasil Music Exchange, uma plataforma para artistas e gerentes independentes brasileiros para fazer conexões em todo o mundo e como um portal para profissionais internacionais de música para trabalhar com o Brasil (patrocinado pela APEX).

Em 2014, ele começou a produzir um programa de rádio mensal da nova música brasileira (www.mixcloud.com/brazil). Neste mesmo ano, também criou um departamento de pesquisa de mercado dentro da BM & A.

Esse ano, lançou o Brasil Calling, um serviço promocional para distribuir mensalmente gravações brasileiras para rádio, imprensa, supervisores de música, festivais, etc em todo o mundo.


Fabiana Batistela, SIM SÃO PAULO

Formada em Comunicação Social pela Escola Superior de Propaganda e Marketing, começou sua vida profissional como repórter da Revista Bizz. Em 2002, fundou a Inker Agência Cultural, empresa especializada em assessoria de comunicação para artistas e eventos de música, assim como consultoria, idealização e produção de projetos. Com um currículo vasto, a agência já realizou diversos eventos e projetos dedicados à nova produção musical brasileira e inúmeras turnês de bandas internacionais no Brasil. Fabiana também é diretora geral da Semana Internacional de Música de São Paulo (SIM São Paulo/ www.simsaopaulo.com).

Também foi responsável por trazer várias bandas internacionais para o Brasil, muitas delas pela primeira vez, como, Pixies no Curitiba Pop Festival 2004; Cat Power, Mudhoney e Yann Tiersen na Virada Cultural Paulista 2010; Cypress Hill e Damien Marley no Festival M.A.C. 2015 e Supergrass e Cardigans no Campari Rock 2006


Rafael Cury, MÚSICO E PRODUTOR

O cantor, compositor e produtor musical brasiliense Rafael Cury, dono de uma voz rouca e interpretação explosiva, é conhecido por seu trabalho com grandes guitarristas como Dillo Daraujo, Fábio Marreco (Evil Rock), Haroldinho Mattos, Kiko Peres, e seu parceiro de longa data Celso Salim, com quem produziu sete discos juntos, dentre eles To the End of Time (GRV Discos), eleito melhor disco de blues de 2015 pelo Independent Music Awards (IMA) e Big City Blues, cuja música homônima, composta pela dupla, foi eleita melhor canção de blues de 2008, também pelo IMA. Atualmente, Cury estuda música em Los Angeles, além de se apresentar com The Celso Salim Band e The CK Allstars.

 

 

 


Carlos André Cascelli, DESIGNER

Carlos André Cascelli de Azevedo nasceu em Belo Horizonte-MG. Formado em Design Gráfico pela Universidade de Brasília (UnB) e em Publicidade pelo Centro Universitário de Brasília (UniCeub), já passou por diversas agências de propaganda e escritórios de design atuando como Redator, Diretor de Arte e Diretor de Criação.

Foi responsável por campanhas premiadas de clientes como GDF, BRB, Sistema CNI, Seguros BRB, Bancorbrás, Correio Braziliense, dentre outros. Em 2007, fundou a Cascelli Design.

 

 

 


Pedro de Luna, da Ilustre Editora

Pedro de Luna (1974-) começou a trabalhar com música na Rádio Fluminense FM, a “Maldita”, em 1993, e se especializou no jornalismo musical. Dali em diante, nunca mais parou de escrever e publicar. Desde o seu fanzine Shape A até grandes jornais impressos (Jornal do Brasil, Jornal do Rock e International Magazine), revistas (Rock Press, Laboratório Pop, Trip e Tribo Skate) e portais na internet (MTV.com.br, SK8.com.br e Punknet) até apresentar um programa na rádio Venenosa FM, entre 2007 e 2008.

Em 2004 criou em Niterói (RJ) o movimento Arariboia Rock, pela valorização da cena independente do Leste Fluminense, realizando dezenas de eventos e realizando um festival anual durante 10 anos consecutivos. A projeção foi tanta que a data de criação do Arariboia Rock foi declarada por lei Dia Municipal do Rock no município, e reconhecido como patrimônio imaterial pela Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro.

Formado em Comunicação Social pela Universidade Federal Fluminense, com MBA em Gestão Cultural pela Universidade Cândido Mendes, este é o seu quarto livro como autor.

Sua bibliografia inclui os títulos “Niterói Rock Underground 1990-2010” (Independente), “Marcatti – Tinta, suor e suco gástrico” (Marsupial Editora), “Acampando com os Animais” (Ilustre Editora) e “Brodagens – Gilber T e as histórias da rap e do rock carioca” (Ilustre Editora). Formado pela escola do faça-você-mesmo, realiza projetos que prezem pela coerência e relevância.


 

Gustavo Sá, do Porão do Rock

 

 

 

 

 

 

 


Daniel Zukko, do Minha Brasília

Intrigado com o fato de poucos políticos assumirem em sua propaganda eleitoral que nasceram aqui na capital, o jornalista Daniel Zukko resolveu criar o programa #minhabrasilia. São filmagens feitas para webTV nas quais ele conversa, por nove minutos, com personalidades da cidade. Na lista de entrevistados estão, por exemplo, Patrícia Rosa, proprietária da pastelaria que serviu ao ex-presidente Juscelino Kubitschek, e músicos como Digão, da banda Raimundos. Zukko vai além nos encontros. O bate-papo ocorre sempre dentro de uma Brasília amarela – modelo de carro já imortalizado pela música Pelados em Santos, do grupo Mamonas Assassinas.

 

 

 


Valdir Borges, do Jornal de Brasília

Valdir Borges é jornalista do Jornal de Brasília, um dos maiores jornais da capital do país. Além disso, já comandou programas da TV Bancários e na WebTV.

 

 

 

 

 

 


Renio Quintas,

Nascido no Rio, morando em Brasília desde sua inauguração, chegando na Capital aos 5 anos de idade, pianista, autor, compositor, poeta, arranjador, produtor fonográfico e artístico, diretor musical, agitador cultural e acreditando muito na vida no amor e na beleza.

 

 

 

 

 


Celso Salim,

O blues brasileiro foi protagonista de uma importante vitória em cenário internacional. Na semana passada, Celso Salim recebeu dois prêmios no Independent Music Awards (IMA), via júri popular, nas categorias Melhor Álbum de Blues — pelo trabalho em To the end of time —, e Jazz com Vocais — com a música Leave it to the moon —, composta em parceria com Douro Moura e cantada por Bia Marchese.
“Os prêmios são um bom reconhecimento de excelência e enriquecem o currículo, pois o IMA sempre conta com nomes de peso. Entre os jurados da atual edição estavam Kenny Wayne Shepard e Sharon Jones. No passado, participaram gente do calibre de Keith Richards e Buddy Guy, entre outros. Isso acaba gerando bons contatos e expõe seu nome em vários meios”

 


Fernando Melo, 

 

 

 

 

 

 

 


Lucas Pelucio,

 

 

 

 

 

 

 


Eron Quintiliano,

 

 

 

 

 

 

 


Jose Luiz Garcia,

 

 

 

 

 

 

 


Robert Singerman,